Em “A Mais Divertida História de Portugal”, o jornalista Manuel Catarino revela o lado mais insólito, surpreendente e hilariante do nosso passado. E prova que, se a História é uma coisa séria, nem sempre se pode dizer o mesmo de quem a protagonizou.
O infante D. Henrique, um ganancioso que só via dinheiro, acicatou o sobrinho rei contra o seu irmão D. Pedro. D. João V era maluco por freiras. Já D. João VI era mais frangos: não comia outra coisa senão frango. A rainha Carlota Joaquina era insaciável. Fartava-se de trair o rei e D. Miguel era filho de um cabo da guarda.
Com humor e rigor histórico, o autor recupera episódios que os manuais escolares raramente contam e mostra que a História de Portugal é muito mais divertida do que nos ensinaram.
O autor, com vários livros publicados, percorreu como um repórter séculos de reinados, conspirações, guerras e revoluções à procura de episódios que os manuais raramente contam. O resultado é uma divertida reportagem da História de Portugal – dos primeiros invasores à queda da I República.
“Quis devolver voz e temperamento a personagens reduzidas a nomes e datas e mostrar que o passado pode ser muito mais divertido do que nos fizeram acreditar”, diz Manuel Catarino.
O livro, lançado no dia 3 de novembro em Lisboa, não é uma simples coleção de episódios curiosos ou de anedotas históricas. É uma viagem por séculos de acontecimentos, uns bem conhecidos, outros quase esquecidos, que revelam um país onde nem sempre os poderosos foram tão sábios, os heróis tão exemplares ou as grandes decisões tão acertadas como a posteridade nos fez acreditar.
Entre intrigas palacianas, rivalidades pessoais, ambições desmedidas e acontecimentos que mudaram o destino do país, a narrativa dispensa a linguagem académica e aposta no prazer de contar uma boa história. Sem sacrificar o rigor histórico à tentação de arrancar uma gargalhada.
Sinopse
Sabia que houve um rei português cuja impotência sexual foi testemunhada por prostitutas perante um tribunal eclesiástico? E que, durante a fuga da corte para o Brasil, um surto de piolhos levou nobres e donzelas a raparem a cabeça – moda que rapidamente foi imitada na colónia por se julgar ser a última tendência europeia? E sabia também que D. João VI passava dias sem mudar de calças e nos bolsos levava pedaços de frango assado para ir petiscando onde lhe apetecesse? Ou que dois deputados da Primeira República resolveram as suas divergências num duelo à pistola?
Com sarcasmo e sem abdicar do rigor, Manuel Catarino deleita-se a contar os episódios mais insólitos e engraçados da nossa história, desde os primeiros invasores até ao fim da Primeira República.
Manuel Catarino
Manuel Catarino é escritor e jornalista. Foi estagiário no diário Europeu, repórter e diretor do semanário Tal&Qual, chefe de redação do 24Horas, editor da revista Focus, editor, chefe de redação e subdiretor do Correio da Manhã, e repórter do Diário de Notícias. Integra a equipa da plataforma digital de informação 24Horas. Nasceu por acaso em Alvor, no longínquo ano de 1960, e cresceu em Ferragudo.
É autor de obras como Os Crimes que Chocaram Portugal; Spínola: Senhor da Guerra; Amália: Episódios, Segredos e Excentricidades; As Grandes Operações da Guerra Colonial; Salazar, a doença e a morte; Álvaro Cunhal, a Fuga do Forte de Peniche; e A Culpa dos McCann.

















